Seção: Comentários Teleco

23/03/2013


As operadoras estão privilegiando rentabilidade e não crescimento nesta nova fase do celular no Brasil?

O Celular no Brasil entrou no 2º semestre de 2012 em uma fase de menor crescimento onde as operadoras parecem estar mudando o foco da busca por market share para o aumento da sua rentabilidade através do aumento da receita média por cliente (ARPU).

 

Esta mudança de foco se refletiu em um aumento do ARPU de Vivo, TIM e Claro no 4T12.

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De fato, desde Jul/12 que as adições líquidas de pós-pago superam as de Pré-pago.

 

 

 

Neste período, o pós-pago acumulou adições líquidas de 5 milhões, contra 1,9 milhões do pré-pago.

 

A Vivo liderou o crescimento do pós-pago neste período com adições líquidas de 2 milhões.

 

 

 

 

 

A Claro foi a 4ª colocada, mas vem aumentando a sua participação (share) nestas adições líquidas, tendo sido a 2ª colocada em Fev/13.

 

 

 

 

A situação é mais complexa no pré-pago devido aos sucessivos ajustes de base promovidos pelas operadoras. Com uma base com menos inativos a operadora melhora indicadores como ARPU e MOU (minutos de uso) e economiza no pagamento de taxas de fiscalização da Anatel (Fistel).

 

As adições líquidas negativas de pré-pago da Vivo, por exemplo, podem ser em grande parte atribuídas à redução do prazo para desligamento de inativos para 50 dias. Segundo a operadora, se ela adotasse o mesmo critério de desligamento da TIM (180 dias) ela teria +7,8 milhões de celulares em Dez/12. A TIM era a líder de market share de pré-pago em Fev/13 com uma vantagem de 3,2 milhões em relação a Vivo.

 

 

 

A Claro é a única operadora que tem apresentado um crescimento significativo neste segmento nos últimos meses. Lidera em adições líquidas mensais desde Set/12 e em Fev/13 apresentou adições líquidas de 403 mil pré-pagos, contra 32 mil da TIM, 4 mil da Oi e -107 mil da Vivo.

 

O desempenho no pré-pago tem sido o responsável para garantir a liderança em adições líquidas de celulares da Claro nos últimos três meses.

 

 

Diante deste cenário pergunta-se:

  • Todas as operadoras estão privilegiando rentabilidade e não crescimento nesta nova fase do celular no Brasil?
  • Por que a Claro é a única operadora a apresentar adições líquidas significativas no pré-pago?
  • As outras operadoras deveriam adotar o mesmo critério da Vivo para desligamento de pré-pagos?
  • O pós-pago vai continuar crescendo mais que o pré-pago em 2013?

 

 

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