Atualizado em:  04/01/06

Balanço de 2005

 

 

Um balanço do crescimento do número de usuários no Brasil, baseado nas estimativas do Teleco para Dez/05, apresenta as seguintes conclusões:

As operadoras de Celular aumentaram sua cobertura para 88,6% da população e 65,9% do municípios brasileiros. Existe competição no celular para 85% da população que é atendida por 2 ou mais operadoras.

 

Número

operadoras

% Pop. Brasil

% Municípios Brasil

2004

2005

2004

2005
4 37,2% 38,7% 12,5% 16,4%
3 40,5% 42,8% 16,6% 19,8%
2 4,5% 3,5% 8,6% 8,0%
1 4,5% 3,6% 11,8% 11,6%
Nenhuma 13,1% 11,4% 50,5% 44,1%

 

Na telefonia fixa, para atender às metas de universalização, as concessionárias passaram a atender com acessos individuais todas as localidades com mais de 300 habitantes e com telefones públicos (TUP) as localidades com mais de 100 habitantes.

 

Um balanço do ano apresenta ainda os seguintes destaques:

Diante desse quadro pergunta-se:

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Comentário de José Roberto de Souza Pinto*

Parabéns pela qualidade dos dados e analise sobre o ano de 2005.

 

O gráfico de crescimento de acesso a Internet, e o de Banda Larga e TV por assinatura, indicam o quanto o Brasil ainda não está inserido numa sociedade moderna.

 

Este baixo crescimento se dá em função de uma clara falta de política no setor para o desenvolvimento das pequenas e micro Empresas e do cidadão brasileiro.

 

Nossa expectativa é que estes dados sirvam de referência e comparação com outros paises, de modo a propiciar o desenvolvimento desta política tão esperada pelo cidadão e pelo mercado, que sem dúvida pode alterar este quadro crescimento, conforme observado em outros paises.

 

Veja estou insistindo na tese que o desenvolvimento do pais requer uma política de incentivo às soluções de acesso a Internet em Banda Larga.

 

*Engenheiro e consultor na area de Telecomunicações."

 

 

Comentário de Fernando Assis

O Brasil precisa de uma plano permanente de incentivo e manutenção da implantação em larga escala de acesso a internet para as camadas sociais menos favorecidas, antes de se instalar o computador precisamos tratar a rede elétrica, precisamos educar os usuários, precisamos de uma política onde os Governos Federais, Estaduais e Municipais em conjunto com a iniciativa privada estejam comprometidos com um trabalho a longo prazo de manutenção desse projeto, política essa q atenderia as classes menos favorecidas q não têem condições de pagar a sua conta de luz, talvez ao invés de 1 computador de U$ 100,00 pra cada usuário seria mais viável inicialmente a criação de um núcleo computacional para cada comunidade, com salas de aula, professores, material didático e etc..., com implantação de programa de doação do computador e estágio para os melhores alunos da classe, enfim, algo de fato de continuidade, incentivo e crescimento sustentável das camadas sociais menos favorecidas e não aumento puro e simplesmente de números nas estatísticas de usuário de computadores.

 

Qualquer outro modelo vamos criar uma legião de usuários q não tem comida na mesa mas, tem um computador de U$ 100,00 desligado ou pq está queimado ou pq foi vendido parte dele.

 

 

 

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